O poder do coletivo

“Este é o Cristian. Ele tem sete meses e não sabe que existe uma crise, que seus pais tiveram que largar tudo em busca de paz, emprego, dignidade, esperança… Ele não sabe pedir nada ainda. Mas eu sei! Sei que posso fazer a diferença na vida dele. Que posso mudar o rumo dessa história. Todos nós podemos!”

A frase é de Dionisia Saldanda, mineira que, ao lado de um grupo grande de amigos (sobretudo do trabalho), acolheu em Piedade do Rio Grande duas famílias venezuelanas que estavam em Boa Vista, no centro de acolhimento da Fraternidade Sem Fronteiras à espera de um recomeço.

“Parece que você sente um chamado no coração. Ouvi deles histórias que me emocionaram muito: sobre exploração no trabalho, sobre ter que largar parte da família na Venezuela… O que eles estão vivendo é muito triste! Essas pessoas não precisam só de uma pátria… Precisam, principalmente, de carinho, amizade e afeto”, disse Dionisia.

“Acolher é muito gratificante! Vejo a alegria nos olhos deles e só consigo pensar que quem mais ganhou fui eu. Eles conquistaram a chance de uma nova vida, mas eu ganhei muito mais como ser humano. Não há palavras para definir a emoção de poder ajudar quem precisa!”.

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